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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Classificação de países por perseguição

CONFIRA A NOVA CLASSIFICAÇÃO DE PAÍSES POR PERSEGUIÇÃO!

Todos os anos, a Portas Abertas publica uma lista com os os 50 países mais opressores ao cristianismo. Em 2012, os cinco países onde é mais difícil viver como cristão são:

1. Coreia do Norte
2. Afeganistão
3. Arábia Saudita
4. Somália
5. Irã


Faça  o download do mapa abaixo e entregue para seus amigos, coloque no mural de sua igreja. Divulgue a causa daqueles que pagam um alto preço somente porque escolheram seguir a fé cristã.

Recursos para download:
Mapa para impressão em A4
Mapa para impressão de banner





A Portas Abertas desenvolveu a Classificação de países por perseguição com base em suas experiências de campo, pois precisava de algum padrão para comparar a situação da Igreja cristã em vários países. Por exemplo: como comparar a perseguição na China com a da Arábia Saudita? Esse padrão precisava ser o mais objetivo possível. E a Classificação tornou possível distinguir situações e delinear prioridades para ações e projetos. Esse é o valor fundamental do levantamento: uma forma de determinar onde a necessidade é mais urgente. 

O trabalho é renovado todos os anos pelo departamento de pesquisa da Portas Abertas Internacional e visa fundamentar as ações empreendidas no campo. Embora os métodos empregados na confecção da Classificação procurem ser o mais fidedignos possível, a lista não tem a pretensão de ser vista como um trabalho acadêmico strictu sensu. Desse modo, a Portas Abertas recomenda aos usuários que tomem a Classificação mais como um elemento de mobilização e conscientização do que como um relatório acadêmico.

Como a Classificação é formada
Ao chegar a um país, a Portas Abertas procura os cristãos locais e lhes pergunta como pode ajudá-los. Em 95% dos casos, esses cristãos pedem oração. O segundo pedido sempre é por Bíblias, materiais de estudo e treinamento.

A Portas Abertas seleciona os países que irá ajudar a partir dos seguintes critérios:
• A Igreja local pode extinguir-se caso não haja ajuda externa
• A obtenção de Bíblias não é possível por meios oficiais
• Existe possibilidade logística (condições de transporte, armazenagem e distribuição dos materiais)
• O país está em localização estratégica e recebeu a solicitação de irmãos locais
A Portas Abertas não atua nos 90 países pesquisados. Também não são necessariamente desenvolvidos projetos nos 50 países da lista, mas dentre os 90 países, cerca de 50 possuem projetos de campo sendo desenvolvidos pela Portas Abertas. 

Atualmente, a pesquisa é realizada por meio de alguns contatos, mas a Portas Abertas Internacional está em vias de obter o apoio de um órgão externo que endossará a lista. A Classificação hoje é o resultado de um questionário específico, desenvolvido com perguntas padronizadas sobre:
• A situação legal dos cristãos no país
• A atitude do regime político em relação à comunidade cristã
• A liberdade da Igreja para organizar eventos
• O papel da Igreja na sociedade
• O tratamento de cristãos considerados individualmente
• Outros fatores limitadores da vida de igrejas e cristãos. 
As respostas a essas questões oferecem um bom vislumbre sobre a falta de liberdade de opção religiosa e prática da fé. Há 49 questões desse tipo para serem respondidas. São perguntas de múltipla escolha e a cada resposta é atribuída uma avaliação em pontos.

Quanto mais pontos um país recebe, pior a situação. Dessa forma, a Portas Abertas resolveu o problema de comparar países entre si e montou uma lista com maior objetividade. Com uma rede internacional de informantes, a organização publica uma atualização da lista todos os anos.
Os dados são coletados por meio de alguns contatos:
• As igrejas locais nos países onde há perseguição, a fonte mais importante de informações
• As bases de projeto, que informam sobre os países onde trabalham
• Especialistas em várias áreas de conhecimento nesses países
• Viajantes, que são convidados a colaborar com suas impressões sobre a situação atual do país
• Funcionários da Portas Abertas Internacional, que levam o questionário em suas viagens e pedem a diversos contatos que o preencham.
O procedimento é executado desde 1993. Desde janeiro de 2003 a Classificação de países por perseguição é atualizada uma vez ao ano. 

***
Fonte: Portas Abertas 

***
Nos próximos dias vamos postar informações sobre os cinco principais países que mais perseguem cristãos.
Acompanhe conosco o perfil dos países que mais perseguem cristãos:

1. Coreia do Norte
2. Afeganistão
3. Arábia Saudita
 
4. Somália 
5. Irã


Equipe Stauros

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Procura-se: Velhos soldados para defenderem velhas verdades no Ano Novo

http://www.bomcaminho.com/img/chs007.jpg
A igreja necessita grandemente de cristãos maduros, e especialmente quando há muitos novos convertidos sendo acrescentados a ela. Novos convertidos fornecem ímpeto à igreja, mas a sua espinha dorsal e a sua substância devem, sob Deus, repousar sobre os membros mais maduros.

Nós queremos os cristãos maduros no exército de Cristo fazendo o papel de veteranos, inspirando os demais com frieza, coragem e firmeza; porque se o exército inteiro for composto de recrutas inexperientes a tendência será que eles hesitem quando o assalto for mais feroz que o habitual.

A velha guarda, os homens que respiraram fumaça e comeram fogo anteriormente, não tremem quando a batalha se enfurece como uma tempestade. Eles podem até morrer, mas jamais se rendem. Quando eles ouvem o grito de "Avante," eles podem não avançar tão agilmente à frente como os soldados mais jovens, mas eles arrastam a artilharia pesada, e o seu avanço uma vez conquistado, é seguro. Eles não vacilam quando os tiros voam intensamente, porque eles se lembram de antigas batalhas em que Jeová cobriu suas cabeças. A igreja precisa, nestes dias de fragilidade e falta de compromisso, de crentes mais decididos, profundos, bem-instruídos e confirmados.

"A velha guarda, os homens que respiraram fumaça e comeram fogo anteriormente, não tremem quando a batalha se enfurece como uma tempestade. Eles podem até morrer, mas jamais se rendem."
 
Nós somos assaltados por todo tipo de doutrinas novas. A velha fé é atacada por assim-chamados “reformadores” que adorariam reformá-la completamente. Eu espero ouvir notícias de alguma doutrina nova uma vez por semana. Tão freqüentemente como a lua muda, um ou outro profeta é movido a propor alguma nova teoria, e acreditem, ele lutará mais bravamente por sua novidade do que jamais fez pelo Evangelho. O descobridor se acha um Lutero moderno, e da sua doutrina ele pensa como Davi pensou da espada de Golias: "Não há outra semelhante."* 

"Tão freqüentemente como a lua muda, um ou outro profeta é movido a propor alguma nova teoria, e acreditem, ele lutará mais bravamente por sua novidade do que jamais fez pelo Evangelho."
 
Como Martinho Lutero disse de alguns nos seus dias, estes inventores de novas doutrinas encaram suas descobertas como uma vaca diante de um portão novo, como se não houvesse nada mais no mundo para se encarar. Eles esperam que todos nós fiquemos loucos por seus modismos e marchemos de acordo com o seu apito. Ao que nós damos ouvidos? Não, nem por uma hora.

Eles podem reunir uma tropa de recrutas inexperientes e conduzirem-nos para onde quiserem, mas para crentes confirmados eles soam suas cornetas em vão. Crianças correm atrás de qualquer brinquedo novo; em qualquer pequena apresentação de rua os garotos ficam todos excitados, boquiabertos; mas os seus pais têm trabalho por fazer, e suas mães têm outros assuntos em casa; aquele tambor e aquele apito não vão atraí-los.

"Eles podem reunir uma tropa de recrutas inexperientes e conduzirem-nos para onde quiserem, mas para crentes confirmados eles soam suas cornetas em vão."
 
Pela solidez da igreja, pela firmeza da fé, por sua defesa contra os recursivos ataques de hereges e infiéis, e pelo avanço permanente dela e a conquista de novas províncias para Cristo, nós não queremos apenas seu sangue jovem, quente, o qual esperamos que Deus sempre nos envie pois é de imensa utilidade e não poderíamos ficar sem. Mas nós também precisamos dos corações frios, firmes, bem-disciplinados e profundamente experimentados de homens que conhecem por experiência a verdade de Deus, e atém-se firmemente ao que aprenderam na escola de Cristo.

Que o Senhor nosso Deus nos envie muitos desses. Eles são extremamente necessários.

* N.T.: Referência a 1 Sm 21:9

***
Por: Charles H. Spurgeon
Fonte: Bom Caminho

Quem irá?



 
 Justo Deus , Salvador
Do fraco e pobre és defensor
Se fez servo se humilhou
Cristo, nos chamaste
De graça recebemos
De graça vamos dar

Quem irá, cuidar dos famintos
Curar os feridos
Quem irá?
Prosseguindo, além das palavras
Em atos de justiça
Quem irá?

Caminhando em retidão
Submisso ao Senhor
Sempre amando em compaixão
Nos mostrastes Tua vontade
De graça recebemos
De graça recebemos vamos dar

Enche-nos,envie-nos
Enche-nos, envie-nos
Enche-nos, envie-nos, Deus

Em justiça
Compaixão
Quem irá?
Quem irá?
Ao ferido e faminto
Quem irá?
Quem irá?

***
Judson de Oliveira

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Os Falsos Mestres

 
 Paul Washer alerta sobre os falsos mestres e sobre a condenação que está sobre aqueles que juntam tais falsos profetas sobre si.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Uma igreja que faz festas de aniversário para prostitutas

 http://www.pulpitocristao.com/wp-content/uploads/2011/09/festa_prostitutas.jpg

“Morte lenta”, 3h da madrugada

Tony Campolo conta de uma vez que estava pregando em Honolulu, no Havaí. Campolo vive na costa leste dos Estados Unidos, então seu corpo estava 6 horas à frente do horário havaiano. Às 3 horas da madrugada, era como se fosse 9h pra ele. Acordado e com fome para o café da manhã, ele se viu de madrugada em uma lanchonete “morte lenta”. Assim que deu a primeira mordida no seu donut, oito ou nove prostitutas entraram na lanchonete. O horário de trabalho estava acabando. A conversa do grupo era alta e barulhenta, era difícil não prestar atenção. Ela ouviu uma dizer a outra que era o aniversário dela no dia seguinte. “O que você quer de mim? Um bolo de aniversário?”, foi a resposta sarcástica. “Por que essa grosseria?”, ela respondeu. “Só estou dizendo. Eu não espero nada. Eu nunca tive uma festa de aniversário. Não estou esperando uma agora”. Quando Campolo ouviu isso, tomou sua decisão.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Temor a homens x Temor a Deus

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Entrevista sobre a Cracolândia


Uma entrevista com Bruna Vichi do site Juventude na Rocha, uma jovem de dezoito anos que teve a oportunidade de conhecer e trabalhar na Cracolândia. Veja:  

1) Bruna, nós sabemos que você trabalha com missões há bastante tempo. Gostaríamos que falasse como surgiu esse convite e também como aconteceu de você ir para a Base Mundial de Missões em SP.
Há alguns anos atrás, recebi o convite da então presidente de missões da Quadrangular que freqüento, Zilda Goetze, para compor sua equipe desempenhando o papel de secretária. E então, certa vez, após ir conhecer o trabalho desenvolvido pela Base Mundial de Missões de São Paulo através de um amigo, nos convidou de forma emocionada. Prontamente aceitei. Tinha certeza da experiência envolvida.

Confesso que fiquei profundamente assustada. Dois paradigmas foram completamente quebrados em mim: os preconceitos que eu tinha em relação aos marginalizados pela sociedade e igreja e os pré-conceitos que eu tinha sobre os cristãos. Até então, nunca tinha visto tanto morador de rua junto, nem tantos cristãos alternativos (tatuados, com piercings, cabelos diferentes, totalmente fora do convencional). Foi um choque.

2) Como foi o primeiro contato com a Cracolândia?
Na primeira noite do treinamento, quase não dormi. Da janela do quarto, eu via logo ali do outro lado da rua, crianças usando drogas deitadas sob o papelão. E na esquina, as prostitutas que aguardavam seus “clientes” em frente ao prostíbulo. Era tão perto, que podíamos vê-las dentro de seus quartos. Acho que a primeira noite na Cracolândia para todas as pessoas é igual; lágrimas por sentir-se tão incapaz diante de situações iguais ou piores como essas.

3) Você já participou de outros treinamentos realizados na Base?
Depois desse primeiro treinamento, participei de vários outros e a certeza de que eu não fazia nada permaneceu. Chorei em muitos, mas então percebi que só chorar não aliviaria a dor de ninguém, a não ser a minha. Quanto individualismo! Na base a gente faz o possível para ajudar os marginalizados. A gente dá alimentação, banho, passa horas ouvindo suas histórias, ensina uma profissão e de uma forma diferente, prega o evangelho. E diante de todas essas situações, ainda fazemos pouco. Não há amor maior que o de Jesus. Foi ele quem morreu e na sua morte temos vida.

4) Conte-nos alguma experiência interessante.
Na Cracolândia, você é sempre convidado a amar. Lembro-me de duas situações marcantes em mim: a primeira foi em uma vez que conversei e abracei por horas uma senhora agradabilíssima para então perceber que ela tinha lepra. O pastor Jair, responsável pela base, convenceu-me do óbvio que eu queria esconder; se soubesse que ela tinha essa doença, não teria a abraçado. E em outra vez, ganhamos um prato de Yakissoba feito no meio da rua para comermos com os moradores, em pleno Largo do Arouche. Foi difícil comer aquilo. Difícil porque nos achamos tão melhores e até mais limpos que eles. Mas nessas situações aprendemos tanto sobre o amor de Jesus, que embora santo, deu-nos seu sangue para nos limparmos de todas as cascas de sujeira pecaminosa que se impregna em nós, todos os dias.

5) Como você acha que a Igreja tem se comportado, no que diz respeito a missões?
A estagnação conquistou o corpo de Cristo de forma que não fazemos nada pelos pequeninos, desobedecendo completamente sua ordem. E é engraçado porque, transformamos as palavras de Jesus tão vivas e cheias de ações em dogmas religiosos que só impõem regras e excluem os que não se adéquam a eles. E quando alguém decide abrir mão do seu conforto e prazer para obedecer e pregar o evangelho de Cristo, aceitando punição e até morte por esse ideal, não é amparado pela igreja.

Logo após constituir igreja, nos livros seguidos ao de Atos, vemos igrejas que apresentam problemas equivalentes aos que exprimimos hoje. As repreensões do apóstolo Paulo foram convenientes na época e ainda são em nossa. Mas, mesmo depois de séculos, de guerras “em nome de Deus”, de Lutero, Calvino, Ashbel Green, Wesley, Agostinho, Madre Tereza e tantos outros que tentaram pregar um evangelho com menos religião (sem aceitar a visão ecumênica, apenas contemplando homens que por vezes não professavam o protestantismo, mas sem dúvidas tinham Jesus em suas ações) admiro-me muito por ver uma igreja tão cheia de si.

Enquanto ainda existem bilhões de pessoas que NUNCA ouviram falar absolutamente nada sobre Jesus, existem igrejas que clamam pela teoria da prosperidade, unções e “atos proféticos” que não tem nenhum embasamento bíblico. É como diz Ricardo Robortella em uma canção: “o mundo dorme nas trevas, a igreja não luta, pois dorme na luz…” ou então como dizia Keith Green “não adianta você assinar um cheque. Deus não pode sacar cheques no céu. Ele precisa de você”.

Definitivamente precisamos parar de pregar um evangelho cujo personagem principal é o nosso eu. Isso é errado e precisa parar urgentemente. Enquanto estivermos preocupados em pregar para uma platéia, ser reconhecido e aplaudido, ter o conforto ao invés do confronto, não faremos de forma alguma o papel que Cristo nos confiou, como sua igreja. 

***

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Igreja Vertical - Qual o foco da sua Igreja?




A Igreja Vertical from iPródigo on Vimeo. 

Por: James MacDonald © 2011 Vertical Church. Website: jamesmacdonald.com 
Tradução e Legenda: iPródigo     Em:  Voltemos ao Evangelho


 
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