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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Pastor iraniano corre risco de ser assassinado em segredo


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Pastor iraniano Yousef Nadarkhani está enfrentando uma sentença de morte por se recusar a renunciar a sua fé em Jesus, por isso ele pode passar mais um ano na prisão aguardar o resultado do seu recurso contra a decisão do tribunal.
 
Enquanto o veredito sobre o caso do pastor Yousef não é definido, autoridades iranianas continuam o pressionado para que se converta ao islamismo e negue sua fé cristã, segundo informações do The Christian Post.

Yousef Nadarkhani foi condenado por apostasia no ano passado e por isso foi condenado à morte por enforcamento pelas autoridades do Irã.

Agora, especialistas acham que esse atraso para a conclusão do caso é usado para tirar toda a atenção que o caso recebeu mundialmente, e mesmo assim as autoridades estão tentando todos os meios possíveis para convertê-lo ao islamismo.

Nadarkhani recebeu uma alternativa vinda das autoridades do país: se ele renunciasse sua fé e abraçasse o cristianismo, todas as acusações seriam retiradas. Mas o jovem pastor se recusou a fazer o que lhe foi proposto.

“Não existem garantias de que ele não será executado na prisão”, advertiu Jason DeMars, fundador do ministério Present Truth. “Pode acontecer a qualquer momento. Este é o caminho que o governo iraniano faz para executar pessoas. Eles não dão aviso prévio e fazem tudo em segredo.”

O caso do pastor Yousef Nadarkhani ganhou atenção internacional, tanto que autoridades de outros países como Hillary Clinton, secretária do Estado americano e outros mais se posicionaram contrários a sentença recebida pelo pastor.
 
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Fonte: CBN News
Tradução: Lucas Gregório para Portas Abertas

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Pastor iraniano continua sendo pressionado na prisão

Yousef Nadarkhani, pastor iraniano que está ainda aguardado a decisão sobre sua sentença de morte, está sofrendo com maus-tratos na prisão, com torturas físicas e psicológicas para que ele negue a Jesus e volte ao islamismo, segundo fontes próximas à família do pastor
 
Pastor Yousef foi condenado à morte há um ano, depois de ser sentenciado pelo tribunal de apelações em Rasht, no Irã. Ele está preso e sua saúde está se deteriorando na prisão, de acordo com um dos membros da igreja do pastor.

Ele também disse que a comunicação com Yousef é muito limitada, mas que as fontes mais próximas do pastor dizem que ele está constantemente sendo torturado, tanto fisicamente como psicologicamente.

O tribunal de Rasht está ainda esperando para pronunciar o veredito final sobre o caso de Yousef. Fontes disseram que quando existe um grande silêncio para o tribunal se manifestar, é sinal de um mau presságio. Ao invés de pronunciar o veredito, o caso foi mandado para a autoridade islâmica do país, o aiatolá Aki Khamenei.

Enquanto está preso, as autoridades continuam pressionando o pastor Yousef a negar a sua fé enquanto está na prisão. No mês passado, alguns funcionários do governo lhe deram livros e folhetos islâmicos, para que ele desacredite na Bíblia ao ler o conteúdo do material.

Segundo boatos, a decisão sobre o caso do pastor pode ser divulgada na segunda metade de dezembro. Alguns acreditam que a sentença será divulgada perto da data do Natal para que a decisão não receba tanta atenção como recebeu nos últimos meses.

Continue orando pelo pastor Yousef e por sua família. Peça que Deus o proteja de todo mal dentro da prisão, sendo luz em meio às trevas. Peça também por sua família, para que sejam confortados e consolados no Senhor e que tenham paciência para esperar a vontade de Deus se concretizar nesse momento tão difícil.
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Fonte: Compass Direct

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Pastor Nadarkhani está livre da sentença de morte

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Apesar da Embaixada do Irã ter anunciado que ele está livre da pena de morte, o seu futuro é incerto.  


O caso do pastor Yousef Nadarkhani, 34 anos, foi levado à Assembleia Geral de Assuntos Sociais da ONU. Ele foi condenado a pena de morte pelo governo do Irã, em setembro deste ano, com a acusação de ter abandonado a religião islâmica. A acusação é devido a conversão de Yousef ao Cristianismo, quando ele tinha 19 anos de idade.

O representante do “Comitê de Assuntos Humanitários”, Ahmed Shaheed, pediu ao Governo do Irã que libertasse o pastor: “Estamos particularmente perturbados por uma recente decisão do Supremo Tribunal (do Irã) de ter sustentado uma sentença de morte para Yousef Nadarkhani, um pastor protestante que supostamente nasceu de pais muçulmanos, mas se converteu”. O pastor foi detido em 2009, quando tentava registrar a sua igreja na cidade. A Embaixada do Irã no Brasil informou que o pastor Yousef Nadarkhani está livre da sentença de morte, mas continua preso.

Sua primeira condenação à morte aconteceu em 2010, mas a Suprema Corte do Irã interveio e conseguiu adiar a sentença. Ao ser revisto, o processo resultou na mesma condenação ao fim do sexto dia de audiência.

O pastor pode ser solto caso se converta, mas ele se recusa a negar a sua fé.

Apesar da Embaixada do Irã ter anunciado que ele está livre da pena de morte, o seu futuro é incerto. O Centro Americano de Lei e Justiça, ACLJ, informou recentemente que o Serviço Secreto do Irã estaria oferecendo livros e folhetos muçulmanos ao pastor, mas suspeita-se que a intenção não seja apenas de tentar convertê-lo, mas de fazer com que ele ofenda o Islamismo, para ter provas de que ele desrespeitou a religião oficial do país e executar a pena de morte.

Outro caso de cristão executado por questões religiosas no Irã que teve repercussão mundial foi o do pastor da Assembleia de Deus, Hossein Soodmand, em 1990. O informativo de 2010 de Liberdade Religiosa no Mundo afirma que cerca de 350 milhões de cristãos sofrem perseguição ou discriminação, e 200 milhões destes correm risco de morte.

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Fonte: www.portasabertas.org.br 
Tradução: Lucas Gregório Fonte: Christian Post

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Líder Supremo do Irã é chamado para analisar caso de pastor Yousef


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Yousef Nadarkhani



Enquanto o mundo aguarda a resposta final sobre o caso de Yousef Nadarkhani, o Líder Supremo do Irã, Ali Khamenei, foi chamado para dar sua opinião sobre a possível sentença de morte para o pastor

O possível enforcamento do pastor Yousef Nadarkhani, que está enfrentando a sentença de execução por se recusar a negar a sua fé em Jesus, atingiu os mais altos níveis do governo iraniano, pois o Líder Supremo, Ali Khamenei foi chamado para dar sua opinião sobre a possível sentença de morte para o pastor.

Mohammad Dadkah, advogado de Yousef, disse à CNN que Nadarkhani ainda está vivo e que o tribunal pediu que o maior líder religioso do Irã entrasse no debate. Embora Khamenei tenha a autoridade final em assuntos no Irã, tal movimentação é incomum para um caso que deveria ter sido decidido na segunda-feira (10/10).

Nadarkhani, líder de uma das maiores redes de igrejas domésticas do Irã, foi condenado por apostasia em novembro de 2010, uma acusação que ele pediu para ser revista pela Suprema Corte do país. Em julgamentos no mês passado, Nadarkhani se recusou a negar suas crenças em Jesus.

Após alguns julgamentos, o pastor Yousef foi acusado de ser sionista e ser uma ameaça para a segurança nacional. Mas o Supremo Tribunal do Irã apenas consta como acusação o crime de apostasia contra o pastor.

O caso atraiu atenção internacional, com governos de todo o mundo, incluindo Estados Unidos, Inglaterra e França emitindo declarações de preocupação quanto ao destino do pastor.

“Nadarkhani tem feito nada mais do que manter sua fé devota naquilo que acredita, o que é um direito universal para todos”, disse um porta-voz da Casa Branca. “As autoridades iranianas estão tentando forçá-lo a renunciar sua fé, o que viola os valores religiosos que eles alegam defender.”

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Fonte: Portas Abertas Brasil
Tradução: Lucas Gregório

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Governo dos EUA se pronuncia sobre pastor iraniano condenado à morte

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O departamento de Estado norte-americano publicou ontem (30/9) um comunicado oficial no qual relata estar profundamente preocupado com os contínuos relatos de repressão feitos pelo governo iraniano contra seu povo, e em especial, com a condenação do pastor Yousef Nadarkhani.



O departamento de Estado norte-americano publicou ontem (30/9) um comunicado oficial no qual relata estar profundamente preocupado com os contínuos relatos de repressão feitos pelo governo iraniano contra seu povo, e em especial, com a condenação do pastor Yousef Nadarkhani (entenda o caso).

“Estamos particularmente preocupados com a notícia de que o pastor cristão, Yousef Nadarkhani, está prestes a ser executado sob as acusações de apostasia por se recusar a negar a sua fé. Isto vem em meio a uma dura ofensiva contra seguidores de religiões diversas, incluindo zoroastras, sufis e bahais. O governo do Irã continua a prender jornalistas e cineastas. Está restringindo o acesso à informação,  bloqueando as transmissões via satélite de entrada de informações e a impondo  filtros à internet. Os Estados Unidos estão unidos com a comunidade internacional e com todos os iranianos contra as declarações hipócritas do governo iraniano e suas ações, e continuamos a pedir um governo que respeite os direitos humanos e a liberdade de todos os que vivem no Irã”, diz o texto.

O comunicado ainda ressalta que, apesar das declarações do líder supremo e presidente do Irã reivindicando apoio aos direitos e liberdades dos cidadãos iranianos e pessoas que vivem na região, o governo continua com a repressão contra todas as formas de crenças divergentes.

Leia a íntegra do comunicado, aqui.
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Fonte: Portas Abertas (publicado dia 01/10/2011)
Tradução: Lucas Gregório

Pastor Yousef permanece firme em sua fé

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 Pastor Yousef Nadarkhani se recusou a negar sua fé em Jesus Cristo ontem na quarta e última audiência em um tribunal no Irã. Pastor Yousef foi condenado pelo crime de apostasia (abandonar o islamismo) e sentenciado a morte por enforcamento.
 



Pastor Yousef Nadarkhani se recusou a negar sua fé em Jesus Cristo ontem na quarta e última audiência em um tribunal no Irã. Pastor Yousef foi condenado pelo crime de apostasia (abandonar o islamismo) e sentenciado a morte por enforcamento.

O tribunal onde estão sendo realizados os julgamentos está cercado por forças de segurança desde que começaram as audiências do pastor. O tribunal concedeu a Yousef três chances para que ele pudessem se retratar, negar o cristianismo e voltar ao Islã. Somente dessa maneira ele poderia ter sua vida poupada. Mas em todos os casos, ele se recusou a negar a Cristo.

“Estou em contato com o Irã”, disse uma fonte próxima a família do pastor. “Mas as notícias não são muito boas, mas vamos esperar. Se eles realmente quiserem, eles podem matá-lo porque ele se recusou a negar sua fé. Deixamos tudo nas mãos de Deus.”

Um advogado de defesa disse a família Nadarkhani e amigos que havia uma maneira de levar o caso ao Tribunal Supremo, o que poderia estender a pena de Nadarkhani na prisão, mas existe a informação de que o Supremo Tribunal Federal do país  deseja que essa situação seja resolvida o quanto antes.

“Yousef é conhecido como um herói, por isso, se ele for libertado, o governo será visto como alguém que foi derrotado”, disse ele. “Mas se eles o deixarem na prisão, haverá mais pressão internacional.”

“Eles provavelmente não irão matá-lo hoje, mas podem fazer isso quando quiserem”, disse a fonte para o Compass. “Eles podem enforcá-lo ao meio dia ou então daqui a 10 dias. Às vezes entregam o corpo para a família junto com o veredito. Eles têm ultrapassado as fronteiras da lei”

A fonte disse que a esposa de Nadarkhani está muito apreensiva com relação a decisão do tribunal. Eles tem dois filhos: Joel, 7 anos, e Daniel, 9 anos. “A mulher dele está em depressão e preocupada. É uma situação difícil para toda a família.”

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Tradução: Lucas Gregório

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Na Indonésia: Duas casas de cristãos são incendiadas

Duas casas que eram usadas como igrejas foram incendiadas até não restar nada, na noite de terça-feira, em Riau, segundo informações de relatórios.

Os incidentes são os últimos de uma série de ataques contra grupos religiosos minoritários da Indonésia, o que levou os Estados Unidos e os países da União Europeia a condenar tais atos de violência.

As casas que foram incendiadas não estavam licenciadas em Kuansing, segundo informações da VIVA NEWS.
A primeira casa foi em Pasarbaru, no bairro de Pangeant; e a segunda foi na aldeia de Logas, no mesmo bairro. Um representante da polícia de Kuansing tentou minimizar o incidente, dizendo que eram somente casas e não a igreja de verdade.

O chefe da polícia de Pangeant, Comandante Nazarudin, foi citado pelo portal de notícias dizendo que as casas já tinham risco de se incendiar, pois eram feitas de madeira, o que facilita essa tendência de pegar fogo.

Ele disse que a polícia está investigando os ataques e apelou a todos os moradores para que se mantenham em segurança em suas casas.

O Christian Solidarity Worldwide (CSW) disse que, recentemente, as sentenças proferidas contra as pessoas acusadas e condenadas pelos ataques foram muito brandas. Segundo a entidade, se as autoridades não punirem os acusados com rigor, será como dar sinal verde para que mais ataques sejam feitos e que esse ódio religioso continue.

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Tradução: Lucas Gregório em Portas Abertas Brasil
Fonte: Jakarta News  

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Ativista cristão é encontrado morto em Kandhamal

Distribuição de alimentos
Após dias de busca, o corpo do ativista cristão Micael Digal foi encontrado perto da aldeia de Midkia, em Kandhamal. Depois da autópsia, a polícia chegou à conclusão de que a morte do ativista foi “acidental”.

No entanto, Sajan George, presidente do Conselho Global de Cristãos Indianos (GCIC), acredita que Micael Digal foi surpreendido em uma emboscada e morto por extremistas hindus, devido ao trabalho social que fazia na comunidade, organizado pela Christian Dalits.
“Mesmo que a polícia tenha encerrado o caso”, disse George, “o GCIC vai continuar a pressionar até que as mortes de Mical e de outros cristãos brutalmente assassinados por extremistas hindus obtenham justiça”.

Semelhante ao caso de Micael Digal foi a suspeita morte do reverendo Saul Pradhan, líder protestante que desapareceu em 10 de janeiro e dias depois foi encontrado a poucos quilômetros de sua casa. Apesar das muitas contusões e outras lesões visíveis em seu corpo, o caso foi dado como encerrado, mesmo sem haver nenhuma ação oficial vinda das autoridades indianas.

Em Kandhamal, os cristãos continuam sendo atacados e ameaçados por grupos extremistas hindus, operando em cumplicidade com as autoridades estaduais e locais, que não realizam investigações que protejam a comunidade cristã no país.

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Tradução: Lucas Gregório em Portas Abertas

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Pastor do Irã ainda aguarda decisão sobre sua execução

Pastor Youcef Nadarkhani



Um pastor no Irã, considerado culpado de abandonar o Islã, aguarda o resultado de uma investigação judicial sobre sua experiência espiritual para ver se será executado ou, se possível, forçado a se tornar muçulmano.

A investigação judicial tem como objetivo verificar se o pastor Yousef Nadarkhani, 34 anos, era muçulmano quando adolescente, antes de se tornar cristão, aos 19 anos.

Em 22 de setembro de 2010, um tribunal regional condenou Nadarkhani, que lidera um movimento de igrejas domésticas em Rasht, à morte por enforcamento, por se converter ao cristianismo e encorajar muçulmanos a se converter ao cristianismo. O advogado do pastor recorreu da sentença, afirmando que o pastor nunca foi muçulmano.
O tribunal emitiu uma resposta escrita ao recurso e manteve a pena de morte, mas ordenou que houvesse uma investigação sobre o assunto. Mesmo que o tribunal o libere da acusação de apostasia, é provável que exista uma grande punição pela evangelização, disseram as fontes.

Pessoas familiarizadas com o caso de Nadarkhani disseram que as condições do encarceramento têm sido muito variáveis e somente familiares e seus advogados podem visitá-lo. Segundo fontes, as autoridades da prisão onde o pastor está preso o pressionam para que se converta ao islamismo, inclusive ameaçando sequestrar sua família.

Nadarkhani teve desentendimentos com autoridades iranianas antes. Em dezembro de 2006, ele foi preso com acusações relacionadas à apostasia e ficou detido por duas semanas.

Ninguém sabe como os funcionários conduzirão as investigações sobre as crenças espirituais de Nadarkhani, pois não conseguirão falar com seus pais, que já são falecidos.

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Tradução: Lucas Gregório
Fonte: Compass Direct  

sexta-feira, 22 de julho de 2011

México - Comunidades cristãs são atacadas


Crimes horríveis e violência direcionada contra a comunidade cristã no México já tiveram, pelo menos, 10 pastores sequestrados durante o mandato do atual presidente, Felipe Calderón, de acordo com a Fraternidade Nacional das Igrejas Evangélicas (Confraternice).

O presidente da Confraternice, Pastor Arturo Farela, relatou que esse tipo de crime prevalece no país e que as pessoas, especialmente cristãos e jovens, estão sendo alvejadas.

Um dos crimes mais chocantes no México foi o sequestro do famoso pastor evangélico Josué Santiago Ramírez, dia 10 de abril, em Michoacán. Ramírez foi sequestrado enquanto estava no culto na Igreja Evangélica El Shaddai.
Os sequestradores exigiram 20 milhões de pesos (aproximadamente US$ 1,7 milhão de dólares) para libertá-lo – e, mesmo assim, eles não davam garantia de que iriam devolvê-lo vivo.

Outro caso foi o assassinato do filho do pastor Eduardo Garcia, líder da Igreja Vida Nova, na cidade de Juarez, em 2010. Em outro crime na região de Juarez, seis pessoas de um centro cristão de reabilitação foram brutalmente atacadas. No ataques, quatro pessoas morreram e duas ficaram feridas.

Os líderes cristãos do país disseram que a razão principal para esses crimes é que os agressores os veem como um meio de ganhar dinheiro. Nos últimos três anos, igrejas têm terceirizado serviços de segurança em pelo menos 11 estados do país.

E a igreja católica não está isenta da violência. Segundo informações, 14 sacerdotes católicos, incluindo dois seminaristas, foram violentamente mortos nos últimos seis anos.

“É alarmante o número de sacerdotes assassinados, mas não podemos culpar o governo pelos assassinatos, pois as causas variam”, disse Hugo Valdemaro, diretor de comunicação social da Arquidiocese.

Congregações evangélicas estão convidando membros do crime organizado no país a se arrependerem e voltarem para um caminho justo. Existe esperança ainda, pois há agora 151 ex-assassinos e sequestradores que se voltaram para o evangelho e estão levando a Palavra de Deus para as prisões em Juarez.



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Fonte: Christian Post  
Tradução: Lucas Gregório para Missão Portas Abertas

 
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