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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Pregação David Wilkerson


terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Esqueceu que você é salvo?

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por Tullian Tchividjian

Porque somos naturalmente muito mais inclinados a olhar para nós mesmos e para nossa performance do que para Cristo e o que ele fez, precisamos constantemente de lembretes do evangelho.

Se, supostamente, devemos pregarmos o evangelho para nós mesmos todos os dias, qual é o verdadeiro conteúdo dessa mensagem? Do que exatamente eu preciso ficar me lembrando?

Você já …

Se Deus te salvou, Ele está te dando a fé para crer, você é agora um cristão, e você transferiu a confiança nas suas realizações e habilidades para a realização de Cristo, em nome dos pecadores – então aqui estão as boas novas. Na fraseologia de Colossenses 1, é simplesmente isto: Você já foi qualificado, você já foi entregue, você já foi transferido, você já foi redimido, e você já foi perdoado.

Tem sido largamente aceito que, no grego original, Efésios 1.3-14 era uma única longa sentença. Paulo começa tão submergido na absoluta grandeza, imensidão, tamanho e doçura da maravilhosa graça de Deus que nem sequer parou para respirar. No coração da sua eleição está a ideia de “união com Cristo”. Fomos abençoados, ele escreveu, “nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo” (1.3): nós fomos escolhidos (v. 4), agraciados (v. 6), redimidos (v. 7), reconciliados (v. 10), predestinados (v.11), e selados para sempre (v.13). Tudo o que precisamos, Paulo diz, já é nosso se estamos em Cristo. Ele já assegurou completamente tudo o que nossos corações estimadamente anseiam.

Uma compreensão estilhaçadora 


Portanto, não precisamos mais confiar em posições, na prosperidade, nas promoções, na pré-eminência, no poder, no louvor, nos prazeres passageiros, ou na popularidade que já perseguimos tão desesperadamente por tanto tempo. Dia a dia, o que podemos fazer praticamente só pode ser experimentado assim que chegamos a um entendimento mais profundo de onde estamos posicionalmente – um entendimento profundo do que já é nosso em Cristo.

Eu costumava pensar que crescer como um cristão significava que eu teria que, de alguma forma, sair por aí e obter as qualidades e atitudes que estavam em falta em mim. Para a maturidade verdadeira eu precisaria achar um caminho para conseguir mais alegria, mais paciência, mais fidelidade, e assim por diante.

Então, cheguei a uma estilhaçadora compreensão de que não é isso que a Bíblia ensina, isso não é o evangelho. O que a Bíblia ensina é que amadurecemos à medida que  chegamos a uma maior compreensão do que já temos em Cristo. O evangelho nos transforma precisamente porque não é em si uma mensagem sobre a nossa transformação interna, mas, sim, sobre a externa substituição realizada por Cristo. Nós, desesperadamente, precisamos de  um Advogado, um Mediador, e um Amigo. Mas, o que mais precisamos é de um Substituto. Alguém que  pôde fazer e assegurar por nós o que nós nunca poderíamos fazer ou assegurar por nós mesmos.

Menos de mim, mais de Jesus

O árduo trabalho do cristão é pensar menos em si  mesmo e em sua performance e mais em Jesus e na performance dEle por mim. Ironicamente, quando nos focamos principalmente em nossa necessidade de melhorar, na verdade, pioramos. Nos tornamos neuróticos e concentrados apenas em nós mesmos. A preocupação com os meus esforços acima dos esforços de Deus por mim me faz cada vez mais autocentrado e morbidamente introspectivo.

Você poderia afirmar isso desta forma: santificação é o árduo trabalho diário de voltarmos para a realidade da nossa justificação – recebendo as palavras de Cristo, “está consumado” em partes novas e mais profundas do nosso ser a cada dia, em nossas regiões rebeldes de incredulidade. Isso é voltar para a certeza de nosso perdão garantido objetivamente em Cristo, apertando o botão “reset” mil vezes por dia. Ou, como Martinho Lutero colocou tão adequadamente em seu Prefácio à Carta de São Paulo aos Romanos,  “progredir é sempre começar de novo”. O real progresso espiritual requer um diário “regredir”.

Em seu livro Porque Ele me ama, Elyse Fitzpatrick escreve sobre a importância da memória no crescimento cristão:

Uma razão pela qual não crescemos em ordinária e grata obediência como deveríamos é porque temos amnésia, nós esquecemos de que somos limpos dos nossos pecados. Em outras palavras, a falha em curso na santificação (o lento processo de se tornar parecido com Cristo) é resultado direto da falha em lembrar do amor de Deus por nós, visto no evangelho. Se nos falta o conforto e segurança que o Seu amor e perdão são destinados a fornecer, nossas falhas vão ser como algemas aos nossos pecados de ontem, e não teremos fé ou coragem para lutar contra eles, ou o amor de Deus [do qual nos esquecemos], que é destinado a capacitar essa guerra. Se nós falhamos em lembrar da nossa justificação, redenção, e reconciliação, vamos lutar ainda mais na nossa justificação.

Em outras palavras, o crescimento cristão não acontece primeiro por nos comportarmos melhor, mas por crer melhor – crendo em maiores, mais profundos e mais luminosos caminhos que Cristo já assegurou para pecadores.

Pregue isso para você todos os dias e você irá experimentar cada vez mais a escandalosa liberdade que Jesus pagou tão caro para garantir para você.

***
Fonte: Traduzido por Fernanda Vilela | iPródigo.com | Original aqui


terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Quem irá?



 
 Justo Deus , Salvador
Do fraco e pobre és defensor
Se fez servo se humilhou
Cristo, nos chamaste
De graça recebemos
De graça vamos dar

Quem irá, cuidar dos famintos
Curar os feridos
Quem irá?
Prosseguindo, além das palavras
Em atos de justiça
Quem irá?

Caminhando em retidão
Submisso ao Senhor
Sempre amando em compaixão
Nos mostrastes Tua vontade
De graça recebemos
De graça recebemos vamos dar

Enche-nos,envie-nos
Enche-nos, envie-nos
Enche-nos, envie-nos, Deus

Em justiça
Compaixão
Quem irá?
Quem irá?
Ao ferido e faminto
Quem irá?
Quem irá?

***
Judson de Oliveira

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

O que é o Evangelho?

http://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/McKinley-Evangelho.jpg

O Evangelho significa “boas notícias”. É uma boa notícia sobre o que Deus fez por nós. Para entender a boa notícia, você precisa entender a má primeiro.

A má notícia é que todos são rebeldes contra um Deus santo. Deus criou cada homem e mulher à sua imagem, para conhecê-lO, amá-lO, desfrutá-lO e adorá-lO, e encontrar todo sentido e satisfação na vida somente nEle. Mas nós nos rebelamos contra Deus. Nós decidimos que queríamos encontrar significado, satisfação e prazer em outras coisas. Nós quisemos adorar a nós mesmos. Então, eu decido o que é certo ou errado, eu não quero deixar Deus decidir ou declarar isto. Então, nós somos rebeldes contra Deus. Não somos seus amigos, não somos mais seus filhos, mas nos tornamos rebeldes contra um Rei poderoso e santo. Então, essa é a má notícia: Cada um de nós merece a Ira de Deus, Seu castigo, Seu julgamento contra nós, devido as coisas que fizemos.

Mas a boa notícia é que Deus, em seu amor, enviou seu filho Jesus, para nos salvar dos pecados que cometemos. Jesus viveu uma vida perfeita em obediência. Então, Ele nunca se rebelou contra Deus. Assim, na cruz Ele não pagou o preço por seus pecados, porque não pecou; mas Ele pagou o preço por nossos pecados. Ele apaziguou a Ira de Deus, Ele carregou tudo por nós, a punição, o inferno que nós merecíamos por nossos pecados. Jesus tomou sobre si isso na cruz. Mas Ele não permaneceu morto, ressuscitou. Em vitória, em triunfo sobre o pecado e a morte. E agora Jesus está vivo. Ele está nos céus, e nos chama a abandonar nossos pecados e confiar somente nEle. E Jesus diz que se colocarmos nossa confiança nEle, nós seremos perdoados, restaurados e teremos um relacionamento com Deus e uma vida eterna com Ele.

***
Por Mike McKinley. © 9Marks. Website:9marks.org/blog/by-author/michael-mckinley
Transcrição: voltemosaoevangelho.com

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Os Falsos Mestres

 
 Paul Washer alerta sobre os falsos mestres e sobre a condenação que está sobre aqueles que juntam tais falsos profetas sobre si.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Entrevista sobre a Cracolândia


Uma entrevista com Bruna Vichi do site Juventude na Rocha, uma jovem de dezoito anos que teve a oportunidade de conhecer e trabalhar na Cracolândia. Veja:  

1) Bruna, nós sabemos que você trabalha com missões há bastante tempo. Gostaríamos que falasse como surgiu esse convite e também como aconteceu de você ir para a Base Mundial de Missões em SP.
Há alguns anos atrás, recebi o convite da então presidente de missões da Quadrangular que freqüento, Zilda Goetze, para compor sua equipe desempenhando o papel de secretária. E então, certa vez, após ir conhecer o trabalho desenvolvido pela Base Mundial de Missões de São Paulo através de um amigo, nos convidou de forma emocionada. Prontamente aceitei. Tinha certeza da experiência envolvida.

Confesso que fiquei profundamente assustada. Dois paradigmas foram completamente quebrados em mim: os preconceitos que eu tinha em relação aos marginalizados pela sociedade e igreja e os pré-conceitos que eu tinha sobre os cristãos. Até então, nunca tinha visto tanto morador de rua junto, nem tantos cristãos alternativos (tatuados, com piercings, cabelos diferentes, totalmente fora do convencional). Foi um choque.

2) Como foi o primeiro contato com a Cracolândia?
Na primeira noite do treinamento, quase não dormi. Da janela do quarto, eu via logo ali do outro lado da rua, crianças usando drogas deitadas sob o papelão. E na esquina, as prostitutas que aguardavam seus “clientes” em frente ao prostíbulo. Era tão perto, que podíamos vê-las dentro de seus quartos. Acho que a primeira noite na Cracolândia para todas as pessoas é igual; lágrimas por sentir-se tão incapaz diante de situações iguais ou piores como essas.

3) Você já participou de outros treinamentos realizados na Base?
Depois desse primeiro treinamento, participei de vários outros e a certeza de que eu não fazia nada permaneceu. Chorei em muitos, mas então percebi que só chorar não aliviaria a dor de ninguém, a não ser a minha. Quanto individualismo! Na base a gente faz o possível para ajudar os marginalizados. A gente dá alimentação, banho, passa horas ouvindo suas histórias, ensina uma profissão e de uma forma diferente, prega o evangelho. E diante de todas essas situações, ainda fazemos pouco. Não há amor maior que o de Jesus. Foi ele quem morreu e na sua morte temos vida.

4) Conte-nos alguma experiência interessante.
Na Cracolândia, você é sempre convidado a amar. Lembro-me de duas situações marcantes em mim: a primeira foi em uma vez que conversei e abracei por horas uma senhora agradabilíssima para então perceber que ela tinha lepra. O pastor Jair, responsável pela base, convenceu-me do óbvio que eu queria esconder; se soubesse que ela tinha essa doença, não teria a abraçado. E em outra vez, ganhamos um prato de Yakissoba feito no meio da rua para comermos com os moradores, em pleno Largo do Arouche. Foi difícil comer aquilo. Difícil porque nos achamos tão melhores e até mais limpos que eles. Mas nessas situações aprendemos tanto sobre o amor de Jesus, que embora santo, deu-nos seu sangue para nos limparmos de todas as cascas de sujeira pecaminosa que se impregna em nós, todos os dias.

5) Como você acha que a Igreja tem se comportado, no que diz respeito a missões?
A estagnação conquistou o corpo de Cristo de forma que não fazemos nada pelos pequeninos, desobedecendo completamente sua ordem. E é engraçado porque, transformamos as palavras de Jesus tão vivas e cheias de ações em dogmas religiosos que só impõem regras e excluem os que não se adéquam a eles. E quando alguém decide abrir mão do seu conforto e prazer para obedecer e pregar o evangelho de Cristo, aceitando punição e até morte por esse ideal, não é amparado pela igreja.

Logo após constituir igreja, nos livros seguidos ao de Atos, vemos igrejas que apresentam problemas equivalentes aos que exprimimos hoje. As repreensões do apóstolo Paulo foram convenientes na época e ainda são em nossa. Mas, mesmo depois de séculos, de guerras “em nome de Deus”, de Lutero, Calvino, Ashbel Green, Wesley, Agostinho, Madre Tereza e tantos outros que tentaram pregar um evangelho com menos religião (sem aceitar a visão ecumênica, apenas contemplando homens que por vezes não professavam o protestantismo, mas sem dúvidas tinham Jesus em suas ações) admiro-me muito por ver uma igreja tão cheia de si.

Enquanto ainda existem bilhões de pessoas que NUNCA ouviram falar absolutamente nada sobre Jesus, existem igrejas que clamam pela teoria da prosperidade, unções e “atos proféticos” que não tem nenhum embasamento bíblico. É como diz Ricardo Robortella em uma canção: “o mundo dorme nas trevas, a igreja não luta, pois dorme na luz…” ou então como dizia Keith Green “não adianta você assinar um cheque. Deus não pode sacar cheques no céu. Ele precisa de você”.

Definitivamente precisamos parar de pregar um evangelho cujo personagem principal é o nosso eu. Isso é errado e precisa parar urgentemente. Enquanto estivermos preocupados em pregar para uma platéia, ser reconhecido e aplaudido, ter o conforto ao invés do confronto, não faremos de forma alguma o papel que Cristo nos confiou, como sua igreja. 

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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Bob Kauflin – Por que Cantar as Boas Novas?


Por Bob Kauflin Fonte: Worship Matters

Tradução: voltemosaoevangelho.com

sexta-feira, 1 de julho de 2011

As verdades elementares do Evangelho

. . Nestes dias sinto-me compelido a revisar novamente as verdades elementares do Evangelho. Em tempos de paz nós podemos nos sentir livres para fazer passeios em distritos interessantes da verdade, que ficam em lugares longínquos, mas agora temos que ficar em casa, e guardar os corações e os templos da igreja, defendendo os primeiros princípios da fé. Nesta era, têm surgido dentro da igreja homens que falam coisas perversas. Há muitos que nos perturbam com suas filosofias e “interpretações de romance”, pela quais eles negam as doutrinas que professam ensinarem, e minam a fé que prometeram guardar. É bem que alguns de nós, que sabemos o que cremos e que não temos nenhum significado secreto em nossas palavras, devamos apenas firmar nossos pés e manter nossa posição, segurando firmemente a Palavra de vida, e declarando nitidamente as verdades do Evangelho de Jesus Cristo.

- C. H. Spurgeon
 
(traduzido por Vinícius M. Pimentel)

 
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