Adoração - D A Carson
Em uma era crescentemente desconfiada do pensamento (linear), há muito mais respeito pelos "sentimentos" em relação às coisas - seja um filme ou um culto da igreja. É perturbadoramente fácil fazer pesquisas sobre pessoas, especialmente pessoas jovens, migrando de igrejas com excelente pregação e ensino para alguma outra com música excelente porque, segundo é dito, há uma “melhor adoração” lá. Entretanto, precisamos pensar cuidadosamente sobre esse assunto.
Servindo à Sombra - Jon Bloom
“André. Ah! Você é o irmão de Simão Pedro, não é?” André deve ter se acostumado a isso. Até mesmo o Novo Testamento o apresenta como “André, irmão de Simão Pedro” (João 1:40). A sombra de Pedro estava sobre André desde o início. André é mencionado pelo nome 12 vezes no Novo Testamento. Em dez dessas vezes, ele é citado junto com Pedro, e normalmente como irmão de Pedro. Pedro, por outro lado, tem mais de 150 menções, e até contribuiu com o Novo Testamento. É interessante notar que André teve o currículo mais impressionante para começar...
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Esqueceu que você é salvo?
13:37
Stauros
Você já …
Se Deus te salvou, Ele está te dando a fé para crer, você é agora um cristão, e você transferiu a confiança nas suas realizações e habilidades para a realização de Cristo, em nome dos pecadores – então aqui estão as boas novas. Na fraseologia de Colossenses 1, é simplesmente isto: Você já foi qualificado, você já foi entregue, você já foi transferido, você já foi redimido, e você já foi perdoado.
Uma compreensão estilhaçadora
Menos de mim, mais de Jesus
Uma razão pela qual não crescemos em ordinária e grata obediência como deveríamos é porque temos amnésia, nós esquecemos de que somos limpos dos nossos pecados. Em outras palavras, a falha em curso na santificação (o lento processo de se tornar parecido com Cristo) é resultado direto da falha em lembrar do amor de Deus por nós, visto no evangelho. Se nos falta o conforto e segurança que o Seu amor e perdão são destinados a fornecer, nossas falhas vão ser como algemas aos nossos pecados de ontem, e não teremos fé ou coragem para lutar contra eles, ou o amor de Deus [do qual nos esquecemos], que é destinado a capacitar essa guerra. Se nós falhamos em lembrar da nossa justificação, redenção, e reconciliação, vamos lutar ainda mais na nossa justificação.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Quem irá?
10:16
Stauros
Do fraco e pobre és defensor
Se fez servo se humilhou
Cristo, nos chamaste
De graça recebemos
De graça vamos dar
Quem irá, cuidar dos famintos
Curar os feridos
Quem irá?
Prosseguindo, além das palavras
Em atos de justiça
Quem irá?
Caminhando em retidão
Submisso ao Senhor
Sempre amando em compaixão
Nos mostrastes Tua vontade
De graça recebemos
De graça recebemos vamos dar
Enche-nos,envie-nos
Enche-nos, envie-nos
Enche-nos, envie-nos, Deus
Em justiça
Compaixão
Quem irá?
Quem irá?
Ao ferido e faminto
Quem irá?
Quem irá?
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
O que é o Evangelho?
14:41
Stauros
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Os Falsos Mestres
10:43
Stauros
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Entrevista sobre a Cracolândia
18:13
Stauros
1) Bruna, nós sabemos que você trabalha com missões há bastante tempo. Gostaríamos que falasse como surgiu esse convite e também como aconteceu de você ir para a Base Mundial de Missões em SP.
Há alguns anos atrás, recebi o convite da então presidente de missões da Quadrangular que freqüento, Zilda Goetze, para compor sua equipe desempenhando o papel de secretária. E então, certa vez, após ir conhecer o trabalho desenvolvido pela Base Mundial de Missões de São Paulo através de um amigo, nos convidou de forma emocionada. Prontamente aceitei. Tinha certeza da experiência envolvida.
Confesso que fiquei profundamente assustada. Dois paradigmas foram completamente quebrados em mim: os preconceitos que eu tinha em relação aos marginalizados pela sociedade e igreja e os pré-conceitos que eu tinha sobre os cristãos. Até então, nunca tinha visto tanto morador de rua junto, nem tantos cristãos alternativos (tatuados, com piercings, cabelos diferentes, totalmente fora do convencional). Foi um choque.
2) Como foi o primeiro contato com a Cracolândia?
Na primeira noite do treinamento, quase não dormi. Da janela do quarto, eu via logo ali do outro lado da rua, crianças usando drogas deitadas sob o papelão. E na esquina, as prostitutas que aguardavam seus “clientes” em frente ao prostíbulo. Era tão perto, que podíamos vê-las dentro de seus quartos. Acho que a primeira noite na Cracolândia para todas as pessoas é igual; lágrimas por sentir-se tão incapaz diante de situações iguais ou piores como essas.
3) Você já participou de outros treinamentos realizados na Base?
Depois desse primeiro treinamento, participei de vários outros e a certeza de que eu não fazia nada permaneceu. Chorei em muitos, mas então percebi que só chorar não aliviaria a dor de ninguém, a não ser a minha. Quanto individualismo! Na base a gente faz o possível para ajudar os marginalizados. A gente dá alimentação, banho, passa horas ouvindo suas histórias, ensina uma profissão e de uma forma diferente, prega o evangelho. E diante de todas essas situações, ainda fazemos pouco. Não há amor maior que o de Jesus. Foi ele quem morreu e na sua morte temos vida.
4) Conte-nos alguma experiência interessante.
Na Cracolândia, você é sempre convidado a amar. Lembro-me de duas situações marcantes em mim: a primeira foi em uma vez que conversei e abracei por horas uma senhora agradabilíssima para então perceber que ela tinha lepra. O pastor Jair, responsável pela base, convenceu-me do óbvio que eu queria esconder; se soubesse que ela tinha essa doença, não teria a abraçado. E em outra vez, ganhamos um prato de Yakissoba feito no meio da rua para comermos com os moradores, em pleno Largo do Arouche. Foi difícil comer aquilo. Difícil porque nos achamos tão melhores e até mais limpos que eles. Mas nessas situações aprendemos tanto sobre o amor de Jesus, que embora santo, deu-nos seu sangue para nos limparmos de todas as cascas de sujeira pecaminosa que se impregna em nós, todos os dias.
5) Como você acha que a Igreja tem se comportado, no que diz respeito a missões?
A estagnação conquistou o corpo de Cristo de forma que não fazemos nada pelos pequeninos, desobedecendo completamente sua ordem. E é engraçado porque, transformamos as palavras de Jesus tão vivas e cheias de ações em dogmas religiosos que só impõem regras e excluem os que não se adéquam a eles. E quando alguém decide abrir mão do seu conforto e prazer para obedecer e pregar o evangelho de Cristo, aceitando punição e até morte por esse ideal, não é amparado pela igreja.
Logo após constituir igreja, nos livros seguidos ao de Atos, vemos igrejas que apresentam problemas equivalentes aos que exprimimos hoje. As repreensões do apóstolo Paulo foram convenientes na época e ainda são em nossa. Mas, mesmo depois de séculos, de guerras “em nome de Deus”, de Lutero, Calvino, Ashbel Green, Wesley, Agostinho, Madre Tereza e tantos outros que tentaram pregar um evangelho com menos religião (sem aceitar a visão ecumênica, apenas contemplando homens que por vezes não professavam o protestantismo, mas sem dúvidas tinham Jesus em suas ações) admiro-me muito por ver uma igreja tão cheia de si.
Enquanto ainda existem bilhões de pessoas que NUNCA ouviram falar absolutamente nada sobre Jesus, existem igrejas que clamam pela teoria da prosperidade, unções e “atos proféticos” que não tem nenhum embasamento bíblico. É como diz Ricardo Robortella em uma canção: “o mundo dorme nas trevas, a igreja não luta, pois dorme na luz…” ou então como dizia Keith Green “não adianta você assinar um cheque. Deus não pode sacar cheques no céu. Ele precisa de você”.
Definitivamente precisamos parar de pregar um evangelho cujo personagem principal é o nosso eu. Isso é errado e precisa parar urgentemente. Enquanto estivermos preocupados em pregar para uma platéia, ser reconhecido e aplaudido, ter o conforto ao invés do confronto, não faremos de forma alguma o papel que Cristo nos confiou, como sua igreja.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
As verdades elementares do Evangelho
13:40
Stauros
. . Nestes dias sinto-me compelido a revisar novamente as verdades elementares do Evangelho. Em tempos de paz nós podemos nos sentir livres para fazer passeios em distritos interessantes da verdade, que ficam em lugares longínquos, mas agora temos que ficar em casa, e guardar os corações e os templos da igreja, defendendo os primeiros princípios da fé. Nesta era, têm surgido dentro da igreja homens que falam coisas perversas. Há muitos que nos perturbam com suas filosofias e “interpretações de romance”, pela quais eles negam as doutrinas que professam ensinarem, e minam a fé que prometeram guardar. É bem que alguns de nós, que sabemos o que cremos e que não temos nenhum significado secreto em nossas palavras, devamos apenas firmar nossos pés e manter nossa posição, segurando firmemente a Palavra de vida, e declarando nitidamente as verdades do Evangelho de Jesus Cristo. (traduzido por Vinícius M. Pimentel)

